quinta-feira, 8 de novembro de 2012
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Homenagem Semana Farroupilha
A Revolução Farroupilha foi a mais longa guerra civil da história brasileira,
durando de 1835 até 1845, foram dez anos de batalhas entre Imperialistas e
Republicanos, os primeiros defendiam a manutenção do império e os segundos
lutavam pela proclamação da república brasileira.
Em 09 de setembro de 1836, ocorre a primeira grande batalha, Antônio de Souza Netto, a figura mais respeitada das forças farroupilhas depois de Bento Gonçalves, vence as tropas imperiais na Batalha do Seival. A vitória sobre os imperiais foi tão entusiasmante, que Netto, instigado pelos liberais exaltados, toma uma decisão: proclama a República Rio-Grandense, separando o estado gaúcho do Brasil. Estava finalmente declarado o caráter revolucionário do movimento farroupilha. Deve ser considerada Revolução apenas o movimento político-militar que vai de 19 de setembro de 1835 a 11 de setembro de 1836, porque era a revolta de uma província contra o Império do qual fazia parte. A 11 de setembro de 1836 é proclamada a República Rio-Grandense e então já não se pode mais falar em revolução, mas sim em guerra, a luta aberta entre duas potências políticas independentes e soberanas, uma República , de um lado, e um Império, de outro. A revolução farroupilha explodiu a 19 de setembro de 1835 quando os liberais, depois de inúmeras conspirações, sobretudo dentro das lojas maçônicas, partiram para a deposição do presidente Antônio Fernandes Braga, sustentando que este violava a lei e deveria ser substituído. Os farroupilhas Gomes Jardim e Onofre Pires desbarataram a Guarda Municipal (núcleo inicial da futura Brigada Militar do Estado) vindos do morro da Glória e Fernandes Braga foge para o porto de Rio Grande, abandonando Porto Alegre. A 20 de setembro Bento Gonçalves da Silva, vindo de Pedras Brancas (Guaíba) entra triunfante na Capital e, na ausência dos três primeiros vice-presidentes, empossa no governo o 4º vice-presidente, Dr. Marciano Pereira Ribeiro, nomeado Comandante das Armas o Cel. Bento Manoel Ribeiro, homem de personalidade difícil e caprichosa e sem convicção liberal, seguidor de seus próprios interesses, através dos quais se unira aos farroupilhas no início do movimento. Parece bastante evidente, nessa fase, o espírito legalista dos farrapos, empossado na presidência da província na linha da sucessão uma autoridade constituída, quando seria fácil a Bento Gonçalves, por exemplo, assumir todos os poderes.
É o próprio líder farroupilha que consegue com o Rio de Janeiro e a nomeação do novo presidente, o Deputado José Araújo Ribeiro, o qual, assustado com a efervescência de Porto Alegre, resolveu, ao chegar do Rio de Janeiro, empossar-se em Rio Grande... Foi o que bastou para que os farroupilhas mais exaltados lhe retirassem o precário apoio. Bento Manoel Ribeiro troca de lado, voltando a servir o Império e para seu posto é nomeado o Major João Manoel de Lima e Silva e o Dr. Marciano Pereira Ribeiro foi mantido pela Assembléia Provincial como Presidente.
Parece bem claro: não fora a intransigência dos conservadores e do Império a revolução poderia ter findado sem maiores vítimas. Em 02 de outubro, na batalha de Fanfa, os farroupilha são derrotados. Bento Gonçalves e outros oficiais farroupilhas são presos. Bento é enviado como prisioneiro para o Rio de Janeiro. Lá conhece o italiano Garibaldi que adere ao movimento farroupilha mudando-se para o sul. As forças imperiais, acreditando que a revolta havia sido sufocada, oferece anistia aos derrotados. Mas Antônio de Souza Netto, agora líder absoluto do movimento, mantém-se rebelado. Em 05 de novembro de 1836, a câmara municipal de Piratini oficializa a proclamação da República Rio-Grandense. Mesmo preso Bento Gonçalves é declarado presidente do novo país, o vice nomeado é José Gomes Jardim, que assume interinamente. Em outubro de 1837, Bento Gonçalves foge da prisão e em 16 de dezembro assume a presidência da República. O ano de 1838, é ruim para os rebelados, os farroupilhas não tem sucesso na reconquista de Porto Alegre e Rio Grande e sofrem importantes baixas. Em 1839, Giuseppe Garibaldi e Davi Canabarro conquistam as cidades catarinenses de Laguna e Lages, e proclamam a "República Catarinense", ou "República Juliana". Em 15 de novembro os farrapos são surpreendidos e Laguna é reconquistada pelos imperiais. As embarcações rebeldes são destruídas, somente Garibaldi escapa. A cavalaria de Canabarro foge pelo litoral escondendo-se em Torres. De 1840 em diante dois terços do exército brasileiro está no estado. Em 1843, em sua ofensiva final, o exército brasileiro tem 11.400 combatentes. Em primeiro de março de 1845, os imperialistas, liderados por Duque de Caxias e os republicanos farroupilhas assinam a paz de "Ponche Verde", declarando fim aos conflitos.
Em 09 de setembro de 1836, ocorre a primeira grande batalha, Antônio de Souza Netto, a figura mais respeitada das forças farroupilhas depois de Bento Gonçalves, vence as tropas imperiais na Batalha do Seival. A vitória sobre os imperiais foi tão entusiasmante, que Netto, instigado pelos liberais exaltados, toma uma decisão: proclama a República Rio-Grandense, separando o estado gaúcho do Brasil. Estava finalmente declarado o caráter revolucionário do movimento farroupilha. Deve ser considerada Revolução apenas o movimento político-militar que vai de 19 de setembro de 1835 a 11 de setembro de 1836, porque era a revolta de uma província contra o Império do qual fazia parte. A 11 de setembro de 1836 é proclamada a República Rio-Grandense e então já não se pode mais falar em revolução, mas sim em guerra, a luta aberta entre duas potências políticas independentes e soberanas, uma República , de um lado, e um Império, de outro. A revolução farroupilha explodiu a 19 de setembro de 1835 quando os liberais, depois de inúmeras conspirações, sobretudo dentro das lojas maçônicas, partiram para a deposição do presidente Antônio Fernandes Braga, sustentando que este violava a lei e deveria ser substituído. Os farroupilhas Gomes Jardim e Onofre Pires desbarataram a Guarda Municipal (núcleo inicial da futura Brigada Militar do Estado) vindos do morro da Glória e Fernandes Braga foge para o porto de Rio Grande, abandonando Porto Alegre. A 20 de setembro Bento Gonçalves da Silva, vindo de Pedras Brancas (Guaíba) entra triunfante na Capital e, na ausência dos três primeiros vice-presidentes, empossa no governo o 4º vice-presidente, Dr. Marciano Pereira Ribeiro, nomeado Comandante das Armas o Cel. Bento Manoel Ribeiro, homem de personalidade difícil e caprichosa e sem convicção liberal, seguidor de seus próprios interesses, através dos quais se unira aos farroupilhas no início do movimento. Parece bastante evidente, nessa fase, o espírito legalista dos farrapos, empossado na presidência da província na linha da sucessão uma autoridade constituída, quando seria fácil a Bento Gonçalves, por exemplo, assumir todos os poderes.
É o próprio líder farroupilha que consegue com o Rio de Janeiro e a nomeação do novo presidente, o Deputado José Araújo Ribeiro, o qual, assustado com a efervescência de Porto Alegre, resolveu, ao chegar do Rio de Janeiro, empossar-se em Rio Grande... Foi o que bastou para que os farroupilhas mais exaltados lhe retirassem o precário apoio. Bento Manoel Ribeiro troca de lado, voltando a servir o Império e para seu posto é nomeado o Major João Manoel de Lima e Silva e o Dr. Marciano Pereira Ribeiro foi mantido pela Assembléia Provincial como Presidente.
Parece bem claro: não fora a intransigência dos conservadores e do Império a revolução poderia ter findado sem maiores vítimas. Em 02 de outubro, na batalha de Fanfa, os farroupilha são derrotados. Bento Gonçalves e outros oficiais farroupilhas são presos. Bento é enviado como prisioneiro para o Rio de Janeiro. Lá conhece o italiano Garibaldi que adere ao movimento farroupilha mudando-se para o sul. As forças imperiais, acreditando que a revolta havia sido sufocada, oferece anistia aos derrotados. Mas Antônio de Souza Netto, agora líder absoluto do movimento, mantém-se rebelado. Em 05 de novembro de 1836, a câmara municipal de Piratini oficializa a proclamação da República Rio-Grandense. Mesmo preso Bento Gonçalves é declarado presidente do novo país, o vice nomeado é José Gomes Jardim, que assume interinamente. Em outubro de 1837, Bento Gonçalves foge da prisão e em 16 de dezembro assume a presidência da República. O ano de 1838, é ruim para os rebelados, os farroupilhas não tem sucesso na reconquista de Porto Alegre e Rio Grande e sofrem importantes baixas. Em 1839, Giuseppe Garibaldi e Davi Canabarro conquistam as cidades catarinenses de Laguna e Lages, e proclamam a "República Catarinense", ou "República Juliana". Em 15 de novembro os farrapos são surpreendidos e Laguna é reconquistada pelos imperiais. As embarcações rebeldes são destruídas, somente Garibaldi escapa. A cavalaria de Canabarro foge pelo litoral escondendo-se em Torres. De 1840 em diante dois terços do exército brasileiro está no estado. Em 1843, em sua ofensiva final, o exército brasileiro tem 11.400 combatentes. Em primeiro de março de 1845, os imperialistas, liderados por Duque de Caxias e os republicanos farroupilhas assinam a paz de "Ponche Verde", declarando fim aos conflitos.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Coral Municipal do 47º Festival de Coros - O Gaúcho quer Cantar
Coral Municipal de
Candelária participou no dia 15 de setembro de 2012, do 47º Festival de Coros
do Rio Grande do Sul “O GAUCHO QUER CANTAR”, no palco da Sociedade Aliança de
Santa Cruz, em Santa Cruz do Sul, O Coral Municipal de Candelária, O Coral da
Associação de Canto Coral de Guaíba, O Coral Vozes da Dickow de Agudo, O Coral
Municipal de Boqueirão do Leão, O Coral Municipal de Eldorado do Sul, O Coral
Masculino Tiro ao Alvo de Nova Petrópolis, realizaram apresentações que
encantaram o público presente, e, O Coral
Municipal fez a diferença em sua apresentação, com um repertório diferenciado
dos demais coros, apresentando as seguintes peças: Ainda existe um lugar, Pout
Pourri, Ameno e Circle of Life.
A apresentação do Coral
Municipal de Candelária foi de altíssimo nível, resultando vários elogios por
parte do público presente e todos os membros da comissão organizadora do
evento.
O que mais nos chamou
atenção, devido a grandiosa apresentação do Coral Municipal, eram as pessoas
que perguntavam aos nossos Coristas, e aos nossos Regentes se o Coral era
profissional.
Os Coristas e os
Solistas tiveram uma grande desenvoltura de palco e comunicação com o público
presente a cada música apresentada.
Um agradecimento muito
especial a todos os cantores do Coral Municipal que, mais uma vez, conseguiu
transmitir uma imagem muito positiva de Candelária.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
10º Encontro de Grupos de Dança
O GAN – Grupo de Artes Nativas Herança Nativa,
realizou no dia 26 de agosto seu 10º Encontro em comemoração aos 10 anos de existência
desta entidade no município de Barros Cassal.
O grupo de danças Dançarthe junto com o Grupo
de danças da Escola São Paulo participaram do encontro, colaborando com o grupo
da casa.
Nesta oportunidade o Grupo Dançarthe também
estreou as novas peças da indumentária do grupo que foram confeccionados neste
ano e vem de acordo com as danças que são interpretadas, e que retratam as coreografias
das danças gauchas.
domingo, 12 de agosto de 2012
MAIS Rock Candelária
O Movimento Artístico Integra Sul (MAIS) estará promovendo o MAIS Rock
Candelária, no próximo dia 17 de Agosto, no Clube Rio Branco.

Como apoio da ACCEV e a Secretaria de Turismo e Cultura, o evento
contará com a apresentação de cinco bandas, além de djs agitando com o melhor
do rock de todos os tempos. De Candelária a banda Deep Sky apresentará um
repertório variado, além de shows com a banda carioca Tapete Red que estará em
uma mini-tour pelo Rio Grande do Sul, as bandas AuditivA e Angina, ambas do município
de Sobradinho, cidade sede do MAIS, e a Porto Alegrense Sintomáticos. A
iniciativa do MAIS é promover eventos itinerantes para divulgar o trabalho das
bandas e fomentar o intercâmbio cultural entre as cidades. No mês de julho
ocorreu uma festa em Sobradinho em comemoração ao Dia Mundial do Rock, e em
agosto a cidade escolhida foi Candelária, onde estará sendo comemorado o
aniversário de 5 anos de fundação do Movimento SOMA, coletivo cultural que deu
origem ao MAIS e atuou nas cidades do Rio de Janeiro e de Porto Alegre.
Os ingressos serão vendidos
somente na hora do evento que começará às 22 horas e o valor será apenas
R$5,00. Mais informações sobre o Movimento Artístico Integra Sul podem ser
conferidos no site http://integrasul.net.
Quem quiser conferir algumas das musicas da banda do TAPETE RED é só acessar o site: http://tapetered.com.br.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Festa da Colonia mais uma vez é Sucesso
A 5ª Festa da Colônia realizada durante os dias 21 e 22 de julho, na Rua 7 de
Setembro, em Candelária, reeditou o sucesso das edições anteriores. Ao todo,
mais de 10 mil itens foram comercializados pelos 24 grupos do interior do
município que expuseram, além de dois mil itens de artesanato. A comissão organizadora do evento comemora
os resultados positivos incluindo a satisfação dos expositores.
A oportunidade dos grupos organizados do municipio poderem comercializar produtos coloniais, junto com uma boa musica, torna a Festa da Colônia um evento consolidado e de grande sucesso.
Durante a programação, o destaque ficou por conta da banda Os Colonos e Banda Cheiro da Flor, de Santa Cruz do Sul, que se apresentaram no sábado. Já no domingo, pelo segundo ano consecutivo em Candelária, a principal atração foi o show da Banda SimFolia, de Santa Maria.
Durante a programação, o destaque ficou por conta da banda Os Colonos e Banda Cheiro da Flor, de Santa Cruz do Sul, que se apresentaram no sábado. Já no domingo, pelo segundo ano consecutivo em Candelária, a principal atração foi o show da Banda SimFolia, de Santa Maria.
Durante a manha de domingo dia 22, aconteceu o desfile alusivo ao Colono
e Motorista, onde a ACCEV foi representada pelo grupo de Teatro Cara & Cor
Agem e na sequencia do dia foi promovido almoço na comunidade Católica, que
reuniu mais de 200 pessoas.
A 5ª Festa da Colônia é uma
promoção da Prefeitura de Candelária, com realização da Associação Cultural de Candelária
Erico Verissimo (Accev), com o apoio da Emater/Ascar..
domingo, 8 de julho de 2012
Doação de Sangue é iniciativa do Coral de Novo Cabrais
O
Coral Municipal de Novo Cabrais, que é acompanhado pelos profissionais
contratados pela Associação Cultural de Candelária Erico Veríssimo com apoio da
Prefeitura Municipal de Novo Cabrais, realizou no dia 30 de junho de 2012, a 2ª
etapa da campanha de doação de sangue.
A
iniciativa foi do próprio grupo do coral, com intuito de salvar vidas e essa
que foi a 2ª edição novamente foi sucesso.
Ao Hemocentro de Santa Maria,
que fez a coleta.
A Prefeitura Municipal através da Secretaria
de Saúde, que disponibilizou o Posto de Saúde para a atividade.
E um agradecimento especial
aos doadores que colaboraram com a campanha, disponibilizando de seu tempo em
prol daqueles que necessitam de doações.
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